NOVA
ELEIÇÃO EM PRAIA GRANDE não deve ocorrer no dia 03 de março
juntamente com Criciúma e Içara, conforme comentários populares.
A
SENTENÇA DO JUIZ ELEITORAL da 54º Zona Eleitoral deve sair ainda
esta semana, mas independente de seu resultado é certo recurso em segunda instância.
Ou seja, há muito chão pela frente.
O
PARECER DA PROMOTORA na sexta-feira passada sugere a cassação do
prefeito e vice-prefeito (PMDB/PSDB) eleitos - que para muitos é um pré-indicativo
da decisão do juiz, pois geralmente o entendimento do magistrado não difere do Ministério
Público.
TODAVIA,
EMBORA BASEADA EM PROVAS E LEIS, a sentença não deixa de
ser uma decisão subjetiva, por isso é impossível garantir seu resultado e por
isso alguns casos de crimes similares têm condenações diferenciadas.
EM
SUMA, a pergunta que será respondida é: houve comprovadamente irregularidade
nas eleições no município?
A
ACUSAÇÃO DISPONIBILIZOU ALGUNS DOS DIVERSOS VÍDEOS
gravados mostrando a suposta compra e negociações de votos, rostos e nomes,
além de provas testemunhais. A defesa argúi que se trata de uma farsa. O que o
Juiz decidirá? Em breve saberemos.
O
CLIMA EM PRAIA GRANDE é de tensão e para aumentar ainda mais o
conflito, a eleição para nova presidência e diretoria da CEPRAG, que compreende
também São João do Sul e Passo de Torres será neste sábado.
ADVERSÁRIOS
POLÍTICOS de Praia Grande nas ultimas eleições para prefeito
rivalizam novamente, agora para a cooperativa. Inclusive alguns envolvidos no
escândalo da (ainda não julgada) compra de votos estão diretamente ligados a
CEPRAG.
EM
SÃO JOÃO DO SUL o mesmo quadro se repete com alguns poucos
seguindo caminho contrário do que escolheu nas eleições municipais, já em Passo
de Torres... a salada é grande.
LÁ
O EX-CANDIDATO A PREFEITO PELO PP agora é candidato a vice na
chapa defendida pelo PMDB de Praia Grande e São João do Sul e em contrapartida um
peemedebista é candidato a vice da chapa que ficou ao lado de PP, PSD naqueles
municípios. Entendeu? Confuso né? Tudo bem, não é por falta de capacidade de
expressão desta que escreve, nem por dificuldade de compreensão do caro leitor.
A verdade é que ninguém entendeu até agora o troca-troca e nem o que isso
resultará nas eleições estaduais do ano vem.
ENTRETANTO
O QUE DEVEMOS RESSALTAR este
lamentável comprometimento das cooperativas de eletrificação com interesses
políticos.
UM
PODER FINANCEIRO TÃO GRANDE e destituído de leis rígidas de
responsabilidade, sendo fiscalizado por pessoas “escolhidas” convenientemente,
desmoraliza o objetivo principal de qualquer instituição que se diz
cooperativa. Nestes moldes não vejo lucros sendo divididos, mas um ônus social
incalculável.
SERIA
OMISSÃO para não dizer hipocrisia, não admitirmos que as cooperativas tenham influenciado nas
eleições municipais e estaduais há anos e vice-versa. O que é no mínimo desleal.
ENQUANTO
TIVERMOS PESSOAS TROCANDO seus votos por favores, valores e
promessas não só nosso destino político e poder público estarão na corda bamba,
mas também a credibilidade destas cooperativas.
E
PARA TERMINAR... “Os processos eleitorais estão se
moralizando, ainda que não por meio de convicções politizadas e democráticas do
povo, mas por instrumentos jurídicos.” KS.
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