A PRESIDENTE DILMA ROUSSEF E O SECRETARIO NACIONAL LEODEGAR TISCOSKI em reunião na ultima terça-feira (11/01/11, mais PP que isto só se tivesse sido em novembro), tomaram decisões e diretrizes para o encaminhamento das obras do PAC-Saneamento.
O ENCONTRO OFICIAL teve como objetivo principal discutir estratégias para evitar o avanço da dengue no Brasil, porem as determinações foram alem deste intuito. Entre outras resoluções, a nova proposta alem de usar o contrato socioambiental para ações de educação ambiental visando a dengue, também utilizará ações educacionais nos projetos de erradicação da miséria – que reforçará obras do PAC com foco nas pessoas na linha de pobreza.
O CONTRATO SOCIOAMBIENTAL OU TÉCNICO SOCIAL cumpre um dever importantíssimo dentro da realização de uma obra. Sua porcentagem, que vai de 1 a 2,5% do total do valor do projeto tem como objetivo levar a conscientização, o conhecimento de detalhes e importância da obra para a população atingida por ela.
POR ESTE MOTIVO O SECRETARIO TISCOSKI solicitou a Presidente que os projetos técnicos sociais daqui para frente sejam executados somente por empresas especializadas, com pessoas qualificadas e técnicos da área social que tenham capacidade e competência de complementar os trabalhos de engenharia de forma correta. Levando a informação, a discussão e a compreensão da obra, seus benefícios e conseqüências de forma clara e acessível ao seu publico alvo.
E POR FALAR EM TISCOSKI (agora o filho) o Eng° Leonardo Tiscoski, Secretario de Planejamento Indústria e Comercio de Ararangua, desfiliou-se do PP de Praia Grande em função da transferência de seu titulo de eleitor para a Cidade das Avenidas. Sua filiação ao PP de Ararangua deverá ocorrer ainda esta semana.
SABIA? QUE O NUMERO DE MORTES em tragédias como a do Rio de janeiro (e acidentes de transito inclusive) não contam com aqueles que vêm a falecer no hospital ou a caminho de socorro? Isso mesmo, o numero de mortos só é contabilizado pelos corpos encontrados no local e não os que morrem em decorrência do acontecimento. Por isso o numero de perdas é muito maior do que imaginamos, segundo o Dr. Juan Flores, professor da Ufsc, membro do CEPED – Centro de Estudos e Pesquisa de Desastres e colaborador da Defesa Cilvil Catarinense.
PARA O DR. JUAN FLORES (geólogo, eng° de Minas, doutor em geociências e pós-doutorado em Meio Ambiente e Materiais Minerais), evidentemente a prevenção ainda é a melhor saída para evitar ou minimizar perdas e danos. Segundo Dr. Juan os investimentos em prevenção são um décimo do que se gasta com recuperação. E ainda segundo o especialista o Ministério das Cidades tem sim recursos disponíveis para ajudar os municípios em obras de contenção e prevenção – o que falta são projetos bem feitos que cumpram informações e dados requeridos pelo Governo Federal.
ALIAS, O QUE MAIS TÊM EM BRASILIA É PROJETO MAL FEITO, onde a incompetência dos municípios acaba por prejudicar o repasse de recursos antes, durante e depois destas catástrofes. O recurso está lá, mas incapacidade em trazê-lo é gigantesca. E o governo deve ser rigoroso mesmo, já que se trata de dinheiro publico aplicado a questões seriíssimas e responsáveis e não a serviço de administrações pífias (eu conheci uma campeã) que vivem de recursos advindos de tragédias e por isso não fazem qualquer esforço para prevenir estes eventos.
MAIS DA ENTREVISTA EXCLUSIVA DO DR. JUAN FLORES a esta coluna na próxima semana.
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