quarta-feira, 18 de novembro de 2009

ENTREVISTA

Influenciado pela paixão de seu pai pelo direito, meu entrevistado de hoje ingressou na faculdade em 1994 e no próximo dia 06 de dezembro fará dez anos que obteve a nota máxima (10) na monografia que lhe concedeu o titulo de bacharel em direito na UFSC.

Hoje Procurador da Republica com sede em Criciúma, o Sr. DARLAN AIRTON DIAS, ocupa uma função que tem como um de seus princípios assegurados pela Constituição a independência funcional. “Isso quer dizer que cada membro do Ministério Público Federal tem inteira autonomia em sua atuação. Nesse sentido, não está sujeito a ordens de superior hierárquico do próprio MPF ou de outra instituição”.

Pode-se dizer que este respeitado representante do Ministério Público Federal usa desta prerrogativa com determinação, ponderação e fundamentação. Eis a entrevista:


KAREM SUYAN - Dr. Darlan, quais os maiores desafios de sua função e como esta acontece na prática?

DR. DARLAN DIAS - O Ministério Público tem o dever de atuar no combate à criminalidade e à corrupção e na defesa dos direitos difusos e coletivos (meio ambiente, consumidor, crianças e adolescentes, idosos, deficientes físicos, dentre outros). O Ministério Público Federal, em particular, atua em causas que envolvam interesses da União.


KAREM SUYAN – Por que o senhor sentiu-se atraído por estes desafios?

DR. DARLAN DIAS - Fiz concurso para o Ministério Público porque gosto muito do papel que esta instituição tem na sociedade e da possibilidade de tomar a iniciativa para melhorar a vida das pessoas.


KAREM SUYAN – Quem pode ou deve procurá-lo e a seus colegas de ofício?

DR. DARLAN DIAS - Qualquer pessoa pode procurar o Ministério Público Federal, para reclamar ou relatar situações que impliquem violações de direitos a que me referi na primeira pergunta.


KAREM SUYAN – Cite algumas alterações que ocorreram após sua intervenção por intermédio da Procuradoria.

DR. DARLAN DIAS - Adequação ambiental das minas de carvão da região; recuperação das áreas degradadas pela mineração de carvão; adaptação das agências do INSS para o acesso aos deficientes físicos; condenação de sonegadores de impostos; condenação de pedófilos; etc.


KAREM SUYAN – É visível seu envolvimento maior com as questões ambientais, por quê?

(A resposta a esta e outras perguntas serão publicadas na próxima coluna, dia 23/11, na segunda e ultima parte desta entrevista. Não perca!)

A INTIMIDAÇAO DA IMPRENSA

Já foi realidade no Brasil, numa época inclusive em que o voto secreto no legislativo se justificava pela opressão, medo ou obscuridade nas ações governamentais.

HOJE

Quando presenciamos algo parecido (infelizmente ainda existe quem precise destes subterfúgios) podemos comprovar a falta de embasamento dos que se utilizam destes ardis. Porem, há de se dizer que são totalmente inócuos.

A EXEMPLO DE MINHA COLUNA

Que é independente e do Jornal Sem Censura, imagino que nenhum veículo de comunicação hoje em dia se privaria de falar a verdade, clamar por justiça e/ou propôr soluções para o bem da maioria por causa da intolerância de alguns poucos à verdade. A ditadura brasileira acabou na mesma época em que a liberdade de imprensa foi ressegurada. É até feio políticos de partidos “democráticos” usarem de despotismo.

E O QUESTIONAMENTO PERSISTE:

Onde está e qual é a empresa responsável pela identificação, análise e mapeamento de áreas de risco de enchentes e inundações de Praia Grande? Sem um estudo completo, toda ação de mudança de curso dos rios, desmatamentos de encostas e destruição de nascentes que estão ocorrendo no município são ações muitíssimo temerárias. A população praiagrandense espera por um projeto amplo, responsável e competente de prevenção e gerenciamento das enchentes e cheias.

PARA REFLETIR

“Se um relacionamento ou negócio tem que ser um segredo, você não deveria estar nele.”



BOA SEMANA A TODOS!!!

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