ESTA É A PRIMEIRA DE MUITAS
colunas que espero escrever para o Jornal Amorim, a quem devo agradecer por dar esta oportunidade de me expressar e colaborar com o jornal.
ALEM DA COLUNA SEMANAL
também participarei ao vivo toda terça-feira direto dos estúdios da Rede Amorim de Ararangua, ao meio dia.
NAO POSSO DEIXAR DE ME MANIFESTAR
diante dos acidentes que ocorreram nos últimos três dias na BR 101 no lote 29, entre Ararangua e sombrio, vitimando sete pessoas. O atraso na conclusão da obra, que se arrasta há meses e que nos últimos tempos está completamente parada nesta região, aumentam em muito o risco de acidentes fatais, motivados principalmente pelas colisões frontais.
SE A BR 101
estivesse concluída, ou pelo menos com o mínimo segurança possível de trafego – com barreiras ou canteiros centrais garantindo a separação física dos dois sentidos, certamente essas sete vidas que se perderam teriam muito mais chances de sobrevivência. Talvez estes acidentes mereçam a abertura de um processo contra a empreiteira da obra e o próprio Governo Federal, que não cumpre seu papel de fiscalizador e responsável por ela, já que é seu dever fazer cumprir os contratos. Isto não trará de volta o ente querido que deixa a família de forma tão estúpida e violenta, mas poderá forçar os descumpridores de prazos, leis e contratos que assumam a culpabilidade do fato.
A LEI DE LICITAÇAO
pode ser um tiro no pé, pois como sabemos muitas vezes o barato sai caro. Apenas o valor de uma obra não pode ser o item decisivo na contratação de uma empresa.
TEMOS QUE LEMBRAR
que o valor que o Governo Fernando Henrique destinou a principio para obra foi reduzido pelo governo Lula, que achou os valores muito altos. Porem, com a demanda de obras no país todo, as grandes empreiteiras perdem o “interesse” de tocar uma obra com margem de lucro pequena. Claro que isto não é desculpa, quem não aceita a proposta pode se retirar.
NESTE CASO
O Governo Federal está economizando de um lado e provocando perdas irreparáveis de outro. As empreiteiras por sua vez, perdem a noção do valor da vida humana e de sua responsabilidade por ela, visando só ganhar, ganhar e ganhar. E nós? Lavamos as mãos quando não é com nossa família e nada fizemos quando a tragédia bate de frente. Quem está mais errado???
TISCOSKI EM ALTA
A discussão em torno da candidatura ou não de Leodegar Tiscoski a Deputado Federal está dando o que falar. Os que não querem que a AMESC tenha seu representante na Câmara dos Deputados (entre outras coisas, por que sobraria mais para suas próprias regiões), estão bastante empenhados em decidir a questão pelo próprio candidato, por seu Partido e por sua região.
SEM TISCOSKI (PP) COMO CANDIDATO
A deputado Federal, a AMESC não teria nenhum outro representante – em nenhum partido. Lembre-se que Jorge Boeira (PT) abriu mão de nos representar, para firmar compromisso com a AMREC – até o titulo ele transferiu para Criciúma, no intuito de ser adotado por aquela região.
POR OUTRO LADO
É inegável que Tiscoski vem fazendo um grande trabalho frente à Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental, o que por si só já o capacita a permanecer no cargo que hoje ocupa. Mas lembre-se, isto pode durar somente este ano, enquanto que o mandato de Deputado tem duração de quatro anos.
PARA REFLETIR
“Fuja do elogio, mas tente mereçê-lo.” François Fénelon
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