quinta-feira, 29 de outubro de 2009

QUEM NÃO ESTEVE PRESENTE NO II EFAMUC

Ou, Encontro sobre Fenômenos Naturais, Adversidades e Mudanças Climáticas na Região Sul, em Araranguá na semana retrasada, perdeu de usufruir gratuitamente de informações valiosas, de exercer cidadania e de se envolver com o mundo assumindo a responsabilidade pessoal que deve ter com ele. Quem estava presente, viu entre outras coisas que:

  • As pessoas ainda não sabem o que fazer diante de catástrofes;
  • Que os organizadores e o próprio evento estão muitos passos no pioneirismo de encontrar soluções para estas mudanças;
  • Que todos os presentes tinham um envolvimento pessoal com alguma tragédia natural;
  • Que Santa Catarina não tem uma Secretaria de Meio Ambiente;
  • Que nos anos 50 houve uma ruptura entre meio ambiente e agricultura no Brasil, causando um desserviço ao nosso crescimento;
  • Que muito se espera dos professores, mas pouco se aplica nesses profissionais;
  • Que 1,9% da população do nosso estado é proprietário de 32,52% de seu território;
  • Que cabeludos, engravatados e gente de variados sotaques estão pedindo socorro em nome da natureza;
  • Que é possível ter acesso a um levantamento das mudanças climáticas da região, do país e do mundo;
  • Que 38 dos nossos 40 deputados estaduais aprovaram o novo código ambiental, que entre outros absurdos, não reconhece que existe deslizamentos em Santa Catarina;
  • Que políticos com prioridades ambientalistas não existem por que não se elegem, pois esta discussão não dá voto;
  • Que o Brasil é deficitário e impreciso nas previsões do tempo pela TV;
  • Que eucalipto não serve para ser comido;
  • Que todos deveriam ter um barômetro em casa;
  • Que os planos diretores podem e devem seguir a risca os direcionamentos de prevenção e proteção ambiental;
  • Que existem pessoas que dedicam voluntariamente suas vidas para o bem da humanidade e são felizes fazendo isto;
  • Que falta de experiência não é desculpa para falta de vontade realizar;
  • Que esperar pelas soluções dos serviços públicos não é solução alguma;
  • Que seja numa cidadezinha do Acre ou em Ilhota (SC), ninguém é nada sozinho;
  • Que a natureza tem uma rotina e que o homem destruiu esta rotina unicamente por dinheiro;
  • Que muita gente ainda invade áreas de preservação ou de risco;
  • Que um susto às vezes nos faz reagir melhor do que sermos cozidos aos poucos;
  • Que exemplo ainda é mais forte que palavras;
  • Que os seres humanos são ínfimos dentro da historia do planeta e ainda menores sob sua fúria;
  • Que políticos somos todos nós e que somos tão bons ou ruins quanto os que elegemos;
  • Que somos parte da biosfera e não donos dela;
  • Que o verbo esperançar não é para quem espera, mas para quem age na esperança de alcançar;
  • Que não fazer nada é o pior que podemos fazer;
  • Que o homem brinca de ser Deus, por tanto deve assumir esta responsabilidade;
  • Que todos nós sabemos exatamente o que devemos fazer para evitar o colapso total, mas não o fazemos por preguiça, medo ou covardia;
  • Que quando chegar perto do fim será interessante ver os principais destruidores do planeta tentarem matar a fome e a sede engolindo notas de dinheiro;
  • Que todos devem imediatamente entender o que significa resiliência;
  • E por fim, que cada um deve fazer um balanço do que esta fazendo de bem, de mal e/ou sendo omisso com a Terra.

PROFESSORA SOLANGE

Amiga, colega, chefe, companheira, humana, linda, engraçada, inesquecível, humilde, cativante, irreverente, simples, doce, alegre, otimista, inteligente, perfeita, forte e cheia de amor. Sorte temos nós, de tê-la conhecido.

E PARA REFLETIR

As pessoas nos amam por causa do que são, não pelo o que fizemos ou deixamos de fazer.

BOA SEMANA A TODOS!!!

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