domingo, 2 de agosto de 2009

CASSAÇÃO DOS PREFEITOS

Na continuidade do assunto levantado na semana passada, que então tratava da possível cassação do Governador Luis Henrique, vamos agora passar a esfera municipal. Semana passada a “caçada” fez duas vítimas na AMESC – em Maracajá e em Passo de Torres. Não há como negar que esta mudança nas decisões eleitorais provenientes de ações judiciais vem mexendo com a opinião publica, porem creio que a mudança maior se dará, sobretudo nas futuras campanhas políticas. A forma como estamos permitindo que se façam campanhas eleitorais em nosso país é, mormente responsável pela calamidade da inconsciência política e pública que vivemos.

A IGNORÂNCIA POLÍTICA

gera varias fissuras no processo democrático e no desenvolvimento social que deveria ser o responsável pela qualidade de vida diária da população. Sem entrar no mérito dos julgamentos ora resultantes em cassação, creio que muitos dos admiradores da “antiga” e retrógrada política eleitoral devem estar repensando suas estratégias futuras. Já era esperado que ALGUMA DAS PARTES DO PROCESSO ELEITORAL iniciasse a correção e indução ao caminho da integridade na escolha de líderes. Se não for o próprio CANDIDATO e seu PARTIDO, para garantir sua honestidade administrativa, que seja o ELEITOR, para tirar a carapuça do cinismo quando cobra aquilo que não dá. E em ultimo recurso então, se os dois primeiros falharem, que a JUSTIÇA tome as rédeas da purificação nas demandas políticas.

QUERO ACREDITAR

que ainda depende de cada um de nós como eleitores únicos e insubstituíveis, que somos a parte mais importante neste movimento - e que se nossa CONSCIÊNCIA ao votar ou não votar em alguém fosse embasada no SENSO CRITICO que só a participação, a discussão e o interesse promovem interiormente em cada um, os resultados seriam benéficos a todos.

LEMBRE-SE

ninguém se elege sem a maioria dos votos, não importam quais meios utilize, e se a decisão das urnas se mantém, então a maioria aceita e é cúmplice de um péssimo ou de um belíssimo exemplo político.

Por fim, se é a Justiça Eleitoral quem está tendo a responsabilidade de decidir futuros políticos, que esteja imbuída da mais pura e justa intenção.

Nenhum comentário: